Filosofando com Homer Simpson





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Fonte: www.inorbt.com


Bovinos Wagyu

Wagyu é uma palavra japonesa (´Wa´ = Japonês ou estilo japonês e gyu = gado) que se utiliza para designar todos os bovinos de corte japonês. O gado Wagyu de coloração preta compreende as linhagens Tottori, Tajima, Shimane, e Okayama. Porém as duas principais linhagens desenvolvidas e encontradas atualmente são a Tajima e Tottori. 



O gado Tajima foi desenvolvido na região de Tajima, onde passaram por processo de seleção e cruzamento com a finalidade de desenvolver os quartos dianteiros para serem utilizados como animais de tração nas lavouras arrozeiras. O gado de Tottori é proveniente da região de Tottori e foi selecionado por seu tamanho e pela força de sua linha de dorso já que eram muito utilizados como animais de carga para o transporte de grãos.
A empresa Yakult foi a responsável pelas primeiras importações da raça pelo Brasil, no ano de 1992. Hoje, a Associação Brasileira de Criadores de bovinos da raça Wagyu é responsável pelo registro dos animais nascidos no Brasil.


O grande valor destes animais está no elevado grau de marmoreio (gordura intramuscular, entremeada) e extrema maciez. É destes animais o famoso Kobe Beef (bife de Kobe), que é reconhecida como a carne mais nobre do mundo. Isto ocorre porque esses animais têm uma grande habilidade de depositar gordura entre as fibras musculares (marmoreio). Porém, essa gordura é saudável e até desejável, não só pela maciez que confere à carne, mas pela maior concentração de ácidos graxos insaturados que elevam a concentração de HDL (Lipoproteína de alta densidade, responsável pelo controle dos níveis séricos de colesterol) em relação à concentração de ácidos graxos saturados, ao contrario das raças de bovinos de origem Européias.
Além de grande capacidade natural desse animal em depositar ácidos graxos insaturados, o manejo alimentar, com rações minuciosamente balanceadas, favorece essa habilidade. 
Alguns dos animais que chegaram ao Brasil foram cruzados com gado nelore e os bezerros frutos desse cruzamento tem tratamento “5 estrelas” para favorecer a característica genética de acúmulo de gordura entremeada: dieta especial, à base de cevada, e massagens diárias para espalhar a gordura. Alguns criadores usam ainda música clássica, acupuntura e tapetes térmicos.
 “Todo esforço pelo marmoreio.”


Fontes:

Associação Brasileira de Criadores de bovinos da raça Wagyu http://www.wagyu.org.br/
http://www.portaldoagronegocio.com.br


Campanha de Tortas de carne




Uma marca australiana lançou uma divertida propaganda para suas tortas de carne, baseada no conceito de que suas tortas eram feitas com carne magra. A propaganda conta com vovós com corpos esculturais.
Confira também o vídeo do comercial.



Assista também uma campanha americana de incentivo ao consumo de carne vermelha pelos idosos.
http://carnenossa.blogspot.com/2010/10/de-carne-vermelha-aos-idosos.html

Fonte:
http://www.ypsilon2.com


Uso inusitado

Informação: melhor uso no estômago (dentro dele!).








Carne moída.




É econômica e dá pra “versatilizar” muito na cozinha: hambúrguer, almôndegas, molhos à bolonhesa, recheios e quanto mais a imaginação permitir. O músculo, por exemplo, pode ser moído e congelado em forma de bolinhas, depois é só descongelar uma bolinha por dia para fazer papinhas para bebê.

Dá para moer: Patinho, coxão mole, coxão duro, músculo, acém paleta.

O ideal seria moer na hora, na frente do consumidor, pra se ter certeza de qual corte  está sendo moído e de que o produto é fresco. A carne moída tem maior superfície de contato com o ar e está mais sujeita a ataques bacterianos.